(...) Desculpe-me a frieza, desculpe-me o coração de gelo e as palavras amargas. É que o coração já se cansou de ser tratado tão inferente, como se não existisse. Como se não existisse amor que fosse suficiente de sustentar toda essa multidão. Desculpe-me a falta de doçura, e a falta de brilho no olhar. Mas aquele olhar inocente, aquelas malicias doces já não existem mais. Eu mudei, mudei tudo. Já não sinto mais nada.
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